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domingo, 26 de junho de 2011

AGRONEGÓCIO

O que é?


O conceito de "agribusiness" foi proposto pela primeira vez em 1957, por Davis e Goldberg, como a soma das operações de produção e distribuição de suprimentos agrícolas, processamentos e distribuição dos produtos agrícolas  e itens produzidos a partir deles.

Assim, de acordo com o conceito de agronegócio, a agricultura passa a ser abordada de maneira associada aos outros agentes responsáveis  por todas as atividades, que garantem a produção, transformação, distribuição e consumo de alimentos, considerando assim, a agricultura como parte  de uma extensa rede de agentes ecômicos.

Com este conceito formalizado por tais autores, a visão sistêmica passa a ganhar  importância, abrangendo todos os envolvidos, desde a pesquisa até o cosumidor final, desde o que comumente se chama "antes da porteira" até "pós-porteira".

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Ministério da Agricultura extingue a Zona Tampão do Tocantins

Fonte: ADAPEC

Os sete municípios tocantinenses que formavam uma zona de proteção no Estado (Barra do Ouro, Goiatins, Campos Lindos, Recursolândia, Lizarda, São Felix e Mateiros) foram reconhecidos pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - como zona livre de febre aftosa com vacinação. Com a medida, publicada no DOU desta terça-feira, 28, fica extinta a zona tampão no Tocantins.

A retirada da área só foi possível após a realização de um inquérito sorológico, feito em 290 propriedades rurais da região no último mês de novembro, que comprovou a ausência de atividade do vírus da febre aftosa.

Para o presidente da Adapec – Agência de Defesa Agropecuária – José Luciano Azevedo Carlos, esta é mais uma importante conquista para a pecuária tocantinense, que trará inúmeros benefícios econômicos.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Encontro define indicadores sustentáveis para biocombustíveis


Cris Bierrenbach
Em Roma, na Itália, a 10ª reunião da Força-Tarefa sobre Sustentabilidade de Produção e Uso da Bioenergia (FTS) da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO)O objetivo é avaliar a sustentabilidade na produção de biocombustíveis. Cid Caldas, diretor de Cana-de-Açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), representa o Brasil no evento.
O encontro dá sequência ao trabalho da FTS, que, desde 2008, atua no desenvolvimento de critérios e indicadores voluntários, relevantes, práticos e, sobretudo, com base e argumentação científicas para a

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Agronegócio Brasileiro: Uma Oportunidade de Investimentos

Moderno, eficiente e competitivo, o agronegócio brasileiro é uma atividade próspera, segura e rentável. Com um clima diversificado, chuvas regulares, energia solar abundante e quase 13% de toda a água doce disponível no planeta, o Brasil tem 388 milhões de hectares de terras agricultáveis férteis e de alta produtividade, dos quais 90 milhões ainda não foram explorados. Esses fatores fazem do país um lugar de vocação natural para a agropecuária e todos os negócios relacionados à suas cadeias produtivas. O agronegócio é hoje a principal locomotiva da economia brasileira e responde por um em cada três reais gerados no país.

Três empresas estão impedidas de comercializar aves

O Ministério da Agricultura informou nesta quarta-feira (4), que impediu três empresas de comercializar carnes de ave in natura congeladas e resfriadas. De acordo com o Ministério, os produtos dessas empresas continham água acima do permitido pela legislação.

Foram incluídas na decisão os produtos comercializados por uma unidade da BRF Brasil Foods (Perdigão e Sadia) em Santa Catarina, Rigor Alimentos Ltda, de São Paulo e Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata, do Paraná.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Plano Nacional de Agroenergia

Objetivos Principal:
Desenvolver e transferir conhecimento e tecnologias que contribuam para a produção sustentável da agricultura de energia e para o uso racional da energia renovável, visando à competitividade do agronegócio brasileiro e dar suporte às políticas públicas.

Objetivos do Plano:
  • Apoiar a mudança da matriz energética, com vista em sua sustentabilidade.
  • Propiciar condições para o aumento da participação de fontes de agroenergiana composição da matriz energética; Gerar condições para permitir a interiorização e a regionalização dodesenvolvimento, fundadas na expansão da agricultura de energia e na agregaçãode valor à cadeia produtiva;

Apoio da política agrícola alavanca setor no Brasil

As medidas anunciadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para a safra 2010/2011, com R$ 100 bilhões para financiamento agrícola, promovem a vocação rural brasileira e estimulam crescimento econômico, responsabilidade social e preservação do meio ambiente. Na estrutura do Ministério, é a Secretária de Política Agrícola (SPA) que atua no planejamento destas medidas, bem como para difundir o seguro rural, ampliar a oferta de recursos privados para o financiamento do agronegócio, aperfeiçoar e criar mecanismos de apoio à produção, comercialização e ao abastecimento interno.

A SPA foi criada há 18 anos para assessorar o governo na formulação e orientação da política agrícola do País. A secretaria enfoca três grandes linhas: a gestão do risco rural (zoneamento agrícola e seguro rural), a mobilização de recursos públicos e privados para custeio e investimentos (crédito oficial ou privado) e o apoio à comercialização (para assegurar renda estável ao produtor e suprimentos a preços competitivos).

O titular secretaria, Edilson Guimarães, destaca a importância das atividades de política agrícola no crescimento do produtor rural. “Acompanhamos o cenário nacional e internacional para incorporar as transformações necessárias ao enfrentamento dos desafios da agricultura. Assim, o setor agrícola contribui com a manutenção da sustentabilidade e melhoria da renda do produtor rural”, comenta .

A proposta de pensar a agricultura com um enfoque econômico surgiu em 1974, com a criação da Assessoria Técnica Econômica (ATE), sucedida em pouco tempo pela Coordenadoria de Assuntos Econômicos (CAE), o embrião da SPA. Em 1991, um movimento político da sociedade civil, capitaneado por empresários do agronegócio, resultou na criação do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) e da Secretaria Nacional de Política Agrícola (nome original da SPA), que era a secretaria-executiva na nova entidade. A partir de então, o Mapa retomou gradativamente sua competência para propor e executar a política agrícola, enfraquecida, no início dos anos 90, com a transferência da Companhia de Financiamento da Produção (CFP) para o Ministério da Fazenda e a extinção da CAE.

Nos anos 60, 70 e 80, os mecanismos da política agrícola brasileira restringiam-se ao Sistema Nacional de Crédito Rural e à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), com dois instrumentos de operação: o Empréstimo do Governo Federal (EGF) e a Aquisição do Governo Federal (AGF), que oneravam o Tesouro Nacional.

Modernização - A partir dos anos 90, foram desenvolvidos instrumentos baseados na equalização de preço, mais eficazes e menos dispendiosos para o Tesouro. Destacam-se o Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) e o Valor de Escoamento de Produto (VEP), que permitem garantir o preço mínimo ao produtor ou à cooperativa, sem necessidade de aquisição do produto pelo governo. Também foram criados o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), Contrato de Opção de Venda e o Prêmio de Risco de Opção Privada (Prop).

Graças à estabilidade monetária, a partir de 1994, e ao sistema de equalização de taxas de juros foram desenvolvidos ainda programas de financiamento de investimentos, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que têm apoiado a modernização da agricultura e do setor rural. O mais conhecido é o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas, Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), que possibilita a renovação de máquinas e equipamentos agrícola no País.

Gestão de risco - A importância do seguro rural como instrumento de política agrícola levou à criação do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, baseado na Lei 10.823/2003. A necessidade de proteger a lavoura contra os riscos de perda favoreceu ampliação das subvenções: desde 2005, as aplicações passaram de R$ 2,3 milhões em subvenção, para R$ 260 milhões em 2009. O número de contratos para produtores passou de 849, há cinco anos, para 56,3 mil, no ano passado.

Dentro da gestão de risco rural, destaca-se ainda o zoneamento de risco climático, divulgado pelo Mapa desde 1996. Exemplo de ciência aplicada à prática, o zoneamento agrícola é uma ferramenta de política pública para a orientação do setor agropecuário, produtores, profissionais, agentes financeiros e seguradoras.

Financiamento privado - Os instrumentos de política agrícola têm se aperfeiçoado para maximizar a qualidade do retorno dos recursos públicos empregados. Nessa nova fase, a aposta foi na sensibilização do setor privado para o investimento em agricultura como negócio seguro e rentável. Com essa perspectiva foi criada, em 1994, a Cédula de Produto Rural (CPR), primeiro título de crédito para o financiamento privado do custeio das atividades rurais, sem tutela ou interferência do Governo.

Em 2004, foram lançados os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Esses são títulos de refinanciamento que permitem aos agentes financiadores da atividade rural (bancos, cooperativas e empresas do agronegócio) alavancarem seus orçamentos.

Regulamentados pela Lei 11.076/2004, esses papeis têm contribuído para uma mudança no perfil do financiamento do agronegócio. A ideia é que, cada vez mais, o investidor urbano financie a atividade rural em complemento ao crédito regulamentado pelo governo. A mesma lei criou ainda dois novos títulos de armazenagem: o Certificado de Depósito Agropecuário (CDA) e Warrant Agropecuário (WA). Emitidos quando no depósito da mercadoria em armazém, devem ser registrados em centrais e permanecerem custodiados em bancos. (Eline Santos)

sábado, 24 de julho de 2010

Prêmio Técnico Empreendedor 2010

Para estimular e despertar o espírito empreendedor dos alunos de cursos técnicos e tecnológicos, o Prêmio Técnico Empreendedor premia os projetos que reúnem as melhores idéias de negócios e que possam contribuir para o desenvolvimento socioeconômico de suas comunidades. Se você é um aluno empreendedor, monte sua equipe, escolha seu professor-orientador e participe. Além do reconhecimento, você e seus colegas concorrem a prêmios de até R$ 10.000,00.

Categorias e Temas de Premiação:

Categorias:Técnico e Tecnólogo

Temas:
• Livre: Projetos com ações voltadas para o desenvolvimento sócio econômico local.

• Inclusão Social: Projetos voltados para pessoas, grupos ou comunidades específicas, arranjos produtivos locais ou minorias, objetivando sua inserção social, profissional ou econômica, gerando trabalho ou renda.

• Cooperativismo:
Projetos inovadores que proporcionem sua viabilização por meio de cooperativas, ou que atendam suas reais necessidades, e que visem a organização, a gestão, a expansão e o fortalecimento de cooperativas já existentes e do cooperativismo geral.

No Prêmio Técnico Empreendedor todos ganham: quem participa e quem apóia.

Etapas de Premiação:

• Etapa Regional:
Serão premiados os 3 melhores projetos de cada tema por categoria, por região,
que receberão:
- R$ 2.000,00;
- Certificado de reconhecimento pela classificação;
Obs: o prêmio deverá ser rateado igualmente pelos membros da equipe e professor orientador.


• Etapa Nacional:
Serão premiados os 3 projetos de cada tema por categoria que obtiverem as melhores
pontuações.

Colocação

Prêmio (R$)

Certificado+ Troféu

8.000,00

Certificado de 1º colocado no Prêmio Técnico Empreendedor

+ troféu para equipe

6.000,00

Certificado de 2º colocado no Prêmio Técnico Empreendedor

+ troféu para equipe

4.000,00

Certificado de 3º colocado no Prêmio Técnico Empreendedor

+ troféu para equipe


Serão premiados os professores-orientadores dos 3 projetos vencedores de cada
tema por categoria.

Colocação

Prêmio (R$)

Certificado+ Troféu

3.000,00

Certificado de professor-orientador do projeto 1º colocado

no Prêmio Técnico Empreendedor + troféu

2.000,00

Certificado de professor-orientador do projeto 2º colocado

no Prêmio Técnico Empreendedor + troféu

1.000,00

Certificado de orientador do projeto 3º colocado

no Prêmio Técnico Empreendedor + troféu


Inscrições e entrega dos projetos:
De 17 de maio a 31 de agosto de 2010, no SEBRAE local mais próximo da sua instituição.


Maiores Informações acesse: MAPA, SEBRAE, MEC